Eglair Quicolli: Arte têxtil e joalheria artesanal

Para além da tapeçaria de parede, a artista utiliza o tear manual e outras técnicas para criar peças únicas

O fio e sua trajetória poética guia o percurso de Eglair Quicolli pelo caminho da experimentação de materiais e suas potências expressivas na arte têxtil. Ela usa o tear manual e outras técnicas para criar joias têxteis e peças de tapeçaria. Artesanais e contemporâneas, cada criação de Eglair é singular, repleta de poesia, narrativas e memórias.

O processo criativo parte do conhecimento de técnicas da arte têxtil de antigas civilizações e apresenta nuances diversos através da troca constante com artesãos e artistas e suas diferentes técnicas de tessituras e processos de concepção. Partindo da compreensão e do entendimento dos materiais, Eglair mantém sua percepção intuitiva se inspirando em saberes ancestrais do sagrado feminino e nas manifestações da força da natureza. Ela utiliza também muitos conceitos do wabi-sabi, uma visão japonesa com origem no zen budismo que está relacionada à aceitação da transitoriedade e imperfeição.

O Instagram da Eglair é um verdadeiro “must-follow” @eglairquicolli. E para saber mais sobre a artista, suas obras, cursos e encomendas www.eglairquicolli.com ou eglairquicolli@gmail.com.

Arte têxtil e tapeçaria com alma

Para um dos nosso projetos, o lar da nossa cliente recebeu a obra “O Espelho”. Segundo a artista, traduz nosso lado selvagem, intuitivo e livre, que faz parte da nossa sombra. A luz oriunda da aceitação dessas forças, na qual se alcança somente com um mergulho para o mundo interno, faz emergir no reflexo do espelho quem realmente somos. A peça faz parte da coleção Mulher Selvagem. Inspirada no sagrado feminino e seu aspecto primordial: o arquétipo da sábia anciã e seu poder de transformação. Materiais: Cristal bruto jaspe amarelo cristalizado (autoconhecimento, memória e cura), sisal folheado à ouro e tramas sinuosas.

Arte Têxtil e tapeçaria de aprede

Tecer

“O ato de tecer com as próprias mãos possibilita a criação de um objeto de grande significado e valor simbólico. A dança das mãos e a força ancestral do fio tramado, trazem a misteriosa energia que envolve o ofício da tecelã – viajante do tempo – que tece o véu entre o real e o intangível.”

A artista têxtil Eglair Quicolli

Fotos: Ilana Bessler para projeto Habitado. Projeto, reprodução do Instagram e arquivo pessoal da Eglair Quicolli.

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