E quando descartar não é uma opção?

Sem se desfazer de lembranças de viagens e heranças de família, a estratégia é incorporar as coleções e objetos de afeto na decoração.

No Buji, uma das nossas metas é incentivar e demonstrar o quanto é importante desapegar de coisas que não estão sendo usadas e que não fazem mais sentindo para a pessoa (amamos as lições minimalistas da Marie Kondo, que fique claro), mas sabemos que tudo que tem sentido para a dona da casa deve continuar ali, mas sendo usado e apreciado de forma plena. Então, como agir quando descartar não é uma opção?

Separando o joio do trigo

quando descartar não é opção No Buji, uma das nossas metas é incentivar e demonstrar o quanto é importante desapegar de coisas que não estão sendo usadas e que não fazem mais sentindo para a pessoa (amamos as lições minimalistas da Marie Kondo, que fique claro), mas sabemos que tudo que tem sentido para a dona da casa deve continuar ali, mas sendo usado e apreciado de forma plena.

Mas o que realmente tem valor sentimental e merece um lugar na casa? Para resolver, nada melhor do que olhar para cada uma das suas peças e entender o que elas representam. Nossa tática é deixar tudo visível, uma forma eficiente é espalhar os objetos em cima de uma mesa, de um tapete, na verdade, onde você conseguir visualizar tudo (ou quase). Existem peças que são fáceis de perceber o valor, já outras, precisamos entender sua simbologia, relembrar histórias.

No Buji, uma das nossas metas é incentivar e demonstrar o quanto é importante desapegar de coisas que não estão sendo usadas e que não fazem mais sentindo para a pessoa (amamos as lições minimalistas da Marie Kondo, que fique claro), mas sabemos que tudo que tem sentido para a dona da casa deve continuar ali, mas sendo usado e apreciado de forma plena.

quando descartar não é opção No Buji, uma das nossas metas é incentivar e demonstrar o quanto é importante desapegar de coisas que não estão sendo usadas e que não fazem mais sentindo para a pessoa (amamos as lições minimalistas da Marie Kondo, que fique claro), mas sabemos que tudo que tem sentido para a dona da casa deve continuar ali, mas sendo usado e apreciado de forma plena.

Você pode fazer isso anotando, fotografando, ou apenas pensando sobre cada item, mas quando estamos falando de muitas peças, o fundamental é essa visualização de tudo. E olha, pode ser que você descubra que coleciona algo que nem imaginava, ou que ama uma determinada cor! #DicaBuji

Guardando em lugares apropriados

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Em muitos casos, a cristaleira, seja ela de qualquer estilo, é uma ótima ideia não só para louças, mas também para outros tipos de coleções. É interessante para quem precisa poupar os objetos da poeira, seja pela característica da própria peça, pela presença de animais como gatos ou alérgicos na família. ​Nesse projeto, ela abriga peças herdadas ​d​a avó, louças incríveis que não são utilizadas no dia a dia, mas ao mesmo tempo, são muito bonitas para ficarem guardadas dentro do armário. ​E copos e canecas ​ganhadas de amigos do mundo todo. ​

A restauração feita pela ​Casa Grim

 

Projeto Buji decoração de reuso e restauração da Casa Grim Projeto Buji decoração de reuso e restauração da Casa Grim

Projeto Buji decoração de reuso e restauração da Casa GrimProjeto Buji decoração de reuso e restauração da Casa Grim

Eles removeram a pintura branca original deixando a estrutura em ferro aparente. Para um acabamento mais preciso, pequenos pontos onde haviam ferrugem foram raspados. O ferro é um material que precisa de acabamento e o aspecto aço escovado foi conseguido utilizando ferramentas e discos específicos.

Como o móvel já tinha alguns anos de uso, foi preciso também alinhar a porta e trocar o vidro frontal e das prateleiras. Na base, para substituir a lâmina de ferro que estava irregular, eles optaram por um espelho, que ressaltou ainda mais as peças que foram colocadas sobre ele e amplificou o belo efeito de luz e reflexos que surgiram após a instalação da iluminação de LED na parte superior.

Por fim, o puxador tradicional foi trocado por um modelo em concha, com curvas mais delicadas, escolhido justamente para equilibrar um pouco a “dureza” do móvel de ferro.

Projeto de decoração: Buji

FotosIlana Bessler para projeto Habitado.Projeto , arquivo pessoal e reprodução Instagram Casa Grim
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