Carolina Nalon e as ferramentas para uma Comunicação Não Violenta

A coach alinhava novas formas de se relacionar com os outros onde escutar é para compreender e não só para responder

Quando nos deparamos com o termo Comunicação Não Violenta é possível que a primeira reação seja não se identificar:”violento, eu?” Mas, o termo criado pelo norte-americano Marshall Rosenberg se baseia nos princípios da não violência, se apresentando como um modo de vida baseado na compaixão que, exercida por meio da comunicação, se torna estratégia para criar relações mais harmoniosas. Então, é uma forma de se colocar nas relações prestando mais atenção nos seus próprios sentimentos, para assim entender melhor o outro e usar a fala com mais cuidado e afeto.

Parece abstrato em um primeiro momento, mas ao assistir os vídeos, cursos e palestras da Carolina Nalon, rapidamente compreendemos como ela leva esses conceitos para a vida real, de que forma aplica essa maneira de enxergar a vida. Formada em Biologia, ela descobriu a CNV depois de iniciar um curso de Coaching, atividade que hoje é reconhecida. Assim sendo, do CNV, ela seguiu na busca de outras ferramentas de exercício da empatia cognitiva e, hoje, conduz o Caminho da Comunicação Autêntica dentro do guarda-chuva de projetos do Instituto Tiê. São propostas com foco em relações interpessoais com cursos online e presenciais, até consultorias para empresas e treinamentos para profissionais e executivos.

Empatia e a Comunicação Não Violenta

Não existe culpado e inocente. Além disso, por trás de todo comportamento existe uma necessidade. Essas duas frases são constantemente proferidas pela Carolina. Elas são como fundamentos da CNV e dizem sobre empatia – o princípio de tudo, o “início de qualquer conversa” nessa comunicação mais legítima.

Escutar para compreender e não só para responder. Para que essa forma de se posicionar se dê, dependemos do exercício da empatia, mas também da compaixão. E entender que compaixão não é ter pena é fundamental. Mas, como compreender o outro sem antes passar por uma revisão de si mesmo? Para garantir a ressonância emocional, a capacidade de entender de alguma forma as demandas do outro através da comunicação é preciso prática contínua e ferramentas. E essa é a proposta da Carol, guiar as pessoas para essa vontade de entender melhor a si e aos outros. BUJI ama esse comprometimento! #bujimanifesto

Para início de conversa

Quer mergulhar nesse assunto? Aprofundar nos conhecimentos e ferramentas para uma Comunicação Não Violenta? Talvez você goste desse TED bem bacana apresentado pela Carol:

E aqui, no site dela, tem links e mais links – se joga! carolinanalon.com

 

“Paradoxalmente, o autoconhecimento não se dá sozinho, fora do encontro.

Eu não me fecho para me conhecer, eu entro em relação para me conhecer.

Eu me conheço através dos outros, através dos acontecimentos à minha volta.”

Ana Thomaz

 

Foto: Um cantinho da casa da Carol Nalon que tivemos o prazer de ajudar a decorar em 2017.  Veja mais no nosso portfólio de projetos Buji!